sábado, 15 de junho de 2013

No Aeroporto


Situação de Aprendizagem




Público Alvo: 7º ano do Ensino Fundamental.
Duração: 8 aulas.
Gênero: Crônica.
 Texto: No Aeroporto de Carlos Drummond de Andrade.
1º passo: Sensibilização- questionar os alunos se já receberam um hóspede que tenha mudado a rotina da casa. Como lidaram com a situação? Como reagiram quando o hóspede foi embora?;
2º passo: Leitura individual (sem a informação relativa a idéia da idade). Ler até o penúltimo parágrafo;
3º passo: Leitura coletiva (observando as palavras desconhecidas – buscando no dicionário o(s) seu(s) significado(s);
4º passo: Visita à Sala do Acessa Escola para a realização da pesquisa sobre o gênero “Crônica”, dados biográficos do autor e informações sobre o Aeroporto do Galeão – Rio de Janeiro( procurar algumas particularidades do local);
5º passo: Levantamento de hipóteses, tais como: De quem é o amigo?; Quem frequenta o aeroporto?; É um local em que vão poucas ou muitas pessoas?; Qual é o interesse das pessoas em procurar esse tipo de serviço (transporte) aéreo?; Qual é a qualidade dos serviços, que lá são prestados?; As pessoas ficam satisfeitas com atendimento?.
6º passo: Apresentação dos aspectos do gênero como: a crônica, na maioria dos casos, é um texto curto e narrado em primeira pessoa, ou seja, o próprio escritor está "dialogando" com o leitor. Isso faz com que a crônica apresente uma visão totalmente pessoal de um determinado assunto: a visão do cronista. Há semelhanças entre a crônica e o texto exclusivamente informativo. Assim como o repórter, o cronista se alimenta dos acontecimentos diários, que constituem a base da crônica. Entretanto, há elementos que distinguem um texto do outro. Após cercar-se desses acontecimentos diários, o cronista dá-lhes um toque próprio, incluindo em seu texto elementos como ficção, fantasia e criticismo, elementos que o texto essencialmente informativo não contém. Com base nisso, pode-se dizer que a crônica situa-se entre o Jornalismo e a Literatura, e o cronista pode ser considerado o poeta dos acontecimentos do dia a dia. Geralmente, as crônicas apresentam linguagem simples, espontânea, situada entre a linguagem oral e a literária. Isso contribui também para que o leitor se identifique com o cronista, que acaba se tornando o porta-voz daquele que lê.
7º passo: Analisaremos (observaremos) outros exemplos de crônicas;
8º passo: Finalizaremos com a produção de uma crônica a partir de um fato do cotidiano do próprio aluno.
Grupo de Vargem Grande Paulista
Professora Fabíola Pestana Castro de Sousa;
Professora Oldemina Fátima Rezende;
Professora Jéssica Nardo Vieira;
Professora Helenaide.



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